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terça-feira, 12 de julho de 2011

Ponto de Cultura de Nova Cruz/RN


“Os Pontos de Cultura são espaços permanentes de experimentação, encanto, transformação e magia.” Luiz Inácio Lula da Silva, Presidente da República.
São entidades reconhecidas e apoiadas financeira e institucionalmente pelo Ministro da Cultura que desenvolvem ações de impacto sócio-cultural em suas comunidades.

O Ponto de Cultura não tem um modelo único, nem de instalações físicas, nem de programação ou atividade. Um aspecto comum a todos é a transversalidade da cultura e a gestão compartilhada entre poder público e comunidade. Pode ser instalado em uma casa ou em um grande centro cultural. A partir deste ponto desencadei-se um processo orgânico agregando-se novos agentes e parceiros e identificando novos pontos de apoio; a escola mais próxima, o salão da igreja, a sede da sociedade dos amigos do bairro ou mesmo a garagem de algum voluntário.

Potencializam iniciativas e projetos culturais já desenvolvidos por comunidades, grupos e redes de colaboração, através de convênios estabelecidos com entes federativos. Fomentam a atividade cultural, aumentam a visibilidade das mais diversas iniciativas culturais e promovem o intercâmbio entre diferentes segmentos da sociedade.

O Ponto de Cultura é a ação prioritária e o ponto de articulações das demais atividades do Programa Cultura Viva.

“O Ponto de Cultura e “uma espécie de ‘do-in’ antropológico, massageando pontos vitais, mas momentaneamente desprezados o adormecidos, do corpo cultural do País” Gilberto Gil, Ex-ministro da Cultura.

São entidades reconhecidas e apoiadas financeira e institucionalmente pelo Ministro da Cultura que desenvolvem ações de impacto sociocultural em suas comunidades. Somam, até abril de 2010, 2,5mil em 1122 cidades brasileiras, atuando em redes sociais, estéticas e políticas.

Os Pontos de Cultura são a expressão mais visível do avanço das políticas culturais do Brasil nos últimos 8 anos, onde as políticas públicas e dedicaram ao reconhecimento e valorização da dimensão da diversidade cultural do povo brasileiro, democratizando as ferramentas de produção, expressão e comunicação, padrões tecnológicos livres, criação de ambientes reais e virtuais de articulação em rede,promovendo a autonomia e o protagonismo social através da cultura.

UMA GESTÃO EM REDE, COMPARTILHADA E TRANSFORMADORA

A Cultura Viva é concebida como uma rede orgânica de criação e gestão cultural, medido pelos Pontos de Cultura, sua principal ação. A implantação do programa prevê um processo contínuo e dinâmico, e seu desenvolvimento é semelhante ao de um organismo vivo, que se articula com atores pré-existentes. Em lugar de determinar (ou impor) ações e condutas locais, o programa estimula criatividade, potencializa desejos e cria um ambiente propício ao resgate da cidadania pelo reconhecimento da importância da cultura produzida em cada localidade.

O efeito desejado é o envolvimento intelectual e afetivo da comunidade, criando uma mágica motivadora na qual os cidadãos se sentem cada vez mais estimulados a criar e participar.
O programa incentiva o processo de reinterpretação cultural e estimula a aproximação entre diferentes formas de representação artística e visões de mundo.

“Aqui se faz cultura” pode ser um dos lemas dos Pontos de Cultura, que, ao serem reconhecidos com sujeitos, também reconhecem os outros, intensificando a troca entre si. O papel do Ministério da Cultura é agregar recursos e novas capacidades a projetos e instalações já existentes, oferecendo equipamentos que amplifiquem as possibilidades do fazer artístico e recursos para uma ação contínua junto às comunidades.

 São objetivos do Cultura Viva: • Ampliar e garantir o acesso aos meios de fruição, produção e difusão cultural; • Identificar parceiros e promover pactos com diversos atores sociais governamentais e não governamentais nacionais e estrangeiros, visando a um desenvolvimento humano sustentável, tendo na cultura “a principal forma de construção e expressão da identidade nacional, a forma como o povo se reinventa e pensa criticamente”; • Incorporar referências simbólicas e linguagens artísticas no processo de construção da cidadania, ampliando a capacidade de apropriação criativa do patrimônio cultural pelas comunidades e pela sociedade brasileira como um todo; • Potencializar energias sociais e culturais, dando vazão à dinâmica própria das comunidades e entrelaçando ações e suportes dirigidos ao desenvolvimento de uma cultura cooperativa, solidária e transformadora; • Fomentar uma rede horizontal de “transformação, de invenção, de fazer e refazer, no sentido da geração de uma teia de significações que envolvem a todos”; • Estimular a exploração, o uso e a apropriação dos códigos de diferentes meios, linguagens artísticas e lúdicas, nos processos educacionais bem como a utilização de museus, centros culturais e espaços públicos em diferentes situações de aprendizagem, e o desenvolvimento de uma reflexão crítica sobre a realidade na qual os cidadãos se inserem; • Promover a cultura enquanto expressão e representação simbólica, direito e economia.

Conheça o Programa Cultura Vivaacesse o site: www.cultura.gov.br


Em 1º de abril de 2011, foi eleita e tomou posse no auditório da Casa de Cultura Popular, a nova diretoria do Ponto de Cultura que até o mês anterior(março) não havia recebido os devidos recursos do Governo Federal para poder por em prática o Projeto "Revendo Nossas Origens". Depois de três anos de expectativa, o Governo do Estado liberou a primeira parcela dos recursos e a nova diretoria do Ponto já iniciou os trabalhos de aquisição de material e contratação de oficineiros para esta primeira etapa do projeto.

A nova equipe gestora da Associação Comunitária Cultural "Amigos da Casa de Cultura Palácio Lauro Arruda Câmara de Nova Cruz", ficou assim composta: Domingos Matias -Presidente, Antônio Barbosa -Vice presidente, Afrânio Patrício -Secretário, Ilvaíta Mª Costa-Tesoureira.

O Ponto de Cultura funcionará no 2º pavimento da Casa de Cultura já que a Casa e o Ponto têm uma ligação intrínseca cujo compromisso maior é com a Cultura e o Meio Ambiente da cidade e região.

As primeiras atividades, já comprovadas, serão as oficinas de música com a formação de uma orquestra de sopro e metais, oficina de mamulengo e oficina de circo. As inscrições já iniciaram, na Casa de Cultura, para jovens na faixa etária dos 8 aos 18 anos, mas no caso da oficina de mamulengo não existe limite de idade para inscrever-se.



 
 
 No dia 07 de fevereiro de 2009, o Dr. Joaquim Crispiniano Neto- Presidente da Fundação José Augusto juntamente com Dimas Carlos-Coordenador das Casas de Cultura do Estado do Rio Grande do Norte, realizaram uma reunião no auditório da Casa de Cultura de Nova Cruz com diversos segmentos da sociedade, destacando-se os integrantes da Associação Amigos da Casa de Cultura e Associação dos Artesãos de Nova Cruz, para tratarem de assuntos relevantes para a Casa, entre os quais a divulgação dos editais para projetos de cultura e arte em 2009 que serão financiados pelo Estado para os artistas ou grupos que desejem concorrer (R$ 1.000.000,00 divididos entre treze projetos).


O calendário de eventos para a Casa este ano, os projetos que o Palácio Lauro Arruda Câmara deverá realizar, dentre eles a expansão da Biblioteca, implantação do Cineclubismo, da Brinquedoteca, de um Museu, um pequeno teatro e a principal prioridade: o Ponto de Cultura que a partir de agora passa a funcionar nas dependências do Palácio Lauro Arruda Câmara. Crispiniano eliminou qualquer especulação a respeito da possibilidade da Casa sair da autonomia Governo do Estado/FJA, salientando ainda que o prédio que antes era a Estação Ferroviária adquirido e doado pela Prefeitura Municipal, através de seu gestor Cid Arruda Câmara, a Fundação José Augusto, foi tombado pelo Instituto Histórico e Geográfico, tornando-se patrimônio Histórico do Rio Grande do Norte.


Com o Ponto de Cultura agregado à Casa, a entidade tornou-se mais plena e forte no apoio a cultura em Nova Cruz. Mostrou-se bastante interessado em servir de ponte entre o SEBRAE e a Associação dos Artesãos de Nova Cruz no sentido de conseguir cursos e oficinas que venham a ajudar os associados na gestão de sua produção artesanal e falou ainda na possibilidade de climatização do auditório e ampliação da Casa para abrigar os diversos projetos que estão chegando, visto que a ela não conta espaço físico suficiente em suas instalações originais.

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