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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Carlos Eduardo

Carlos Eduardo vai procurar iniciativa privada para concluir o Aeroporto de São Gonçalo
Foto: Alex Régis/ Ágil Fotografia

O candidato a governador Carlos Eduardo Alves, da Coligação Coragem pra Mudar, disse nesta segunda-feira (30) que vai procurar a iniciativa privada para fazer o aeroporto de São Gonçalo do Amarante, se for eleito governador do Rio Grande do Norte. A garantia foi dada durante entrevista à imprensa na Redinha, antes de uma caminhada na Comunidade África, Zona Norte de Natal.

Segundo ele, uma das prioridades do seu governo será o Turismo, e para isso precisará concluir o aeroporto, investir em saneamento básico, na capacitação profissional e na divulgação do Rio Grande do Norte como destino turístico. “Vamos mostrar Natal, seu povo e as belezas naturais do Rio Grande do Norte para atrair o turista”, explicou Carlos Eduardo.

Ele visitou a Comunidade África, na Redinha, na tarde desta segunda, para uma caminhada e conversas com os moradores. Entre abraços e outras manifestações espontâneas de apreço, ouviu várias reclamações dos habitantes locais, especialmente em relação à segurança pública. “Falta policiamento aqui na Comunidade África, e queremos que o senhor olhe por nós quando for governador”, disse o desempregado Jorge Luis Medeiros Nascimento, indignado com a insegurança no bairro. “Ele foi o maior prefeito para a Comunidade da África. É por isso que é tão bem recebido aqui”, acrescentou Jorge Luiz.

Carlos Eduardo percorreu uma distância aproximada de dois quilômetros ao longo das ruas Padre Cícero Romão, Rua Nova, Rua Manoel Caetano, Travessa Gameleira e Rua São Luiz, antes de falar à população da Redinha na Praça do Cruzeiro. Lá, quando prefeito de Natal, ele construiu a lagoa de captação e reformou o Mercado da Redinha .

Estive aqui na Redinha inúmeras vezes como prefeito de Natal, e vou voltar como governador”, disse ele, lembrando que sempre prestigiou os carnavais e as festividades religiosas da Redinha. “Vamos investir na segurança e apoiar as manifestações culturais desta comunidade, como sempre fizemos na época em que estávamos na Prefeitura”, relembrou.

Na sua gestão como prefeito de Natal, Carlos Eduardo saneou, drenou e pavimentou as ruas da ex-favela da África, construiu a escola municipal, reformou 600 casas e construiu 400 novas moradias. “A África tinha uma história de abandono: era um mar de lama no inverno e uma nuvem de poeira no verão. Hoje, vocês moram com dignidade aqui”, concluiu.

Assessoria de Imprensa

Marcos Alexandre - (84) 9612-7500

Um comentário:

  1. DENÚNCIA: SÍTIO CALDEIRÃO, O ARAGUAIA DO CEARÁ – UMA HISTÓRIA QUE NINGUÉM CONHECE PORQUE JAMAIS FOI CONTADA

    “As Vítimas do Massacre do Sítio Caldeirão
    têm direito inalienável à Verdade, Memória,
    História e Justiça!” Otoniel Ajala Dourado

    O MASSACRE DELETADO DOS LIVROS DE HISTÓRIA

    No município de CRATO, interior do CEARÁ, BRASIL, houve um crime idêntico ao do “Araguaia”, foi a CHACINA praticada pelo Exército e Polícia Militar em 10.05.1937, contra a comunidade de camponeses católicos do SÍTIO DA SANTA CRUZ DO DESERTO ou SÍTIO CALDEIRÃO, cujo líder religioso era o beato “JOSÉ LOURENÇO GOMES DA SILVA”, paraibano negro de Pilões de Dentro, seguidor do padre CÍCERO ROMÃO BATISTA, encarados como “socialistas periculosos”.

    O CRIME DE LESA HUMANIDADE

    O crime iniciou-se com um bombardeio aéreo, e depois, no solo, os militares usando armas diversas, como metralhadoras, fuzis, revólveres, pistolas, facas e facões, assassinaram na “MATA CAVALOS”, SERRA DO CRUZEIRO, mulheres, crianças, adolescentes, idosos, doentes e todo o ser vivo que estivesse ao alcance de suas armas, agindo como juízes e algozes. Meses após, JOSÉ GERALDO DA CRUZ, ex-prefeito de Juazeiro do Norte/CE, encontrou num local da Chapada do Araripe, 16 crânios de crianças.

    A AÇÃO CIVIL PÚBLICA PROPOSTA PELA SOS DIREITOS HUMANOS

    Como o crime praticado pelo Exército e Polícia Militar do Ceará é de LESA HUMANIDADE / GENOCÍDIO é IMPRESCRITÍVEL conforme legislação brasileira e Acordos e Convenções internacionais, a SOS DIREITOS HUMANOS, ONG com sede em Fortaleza – CE, ajuizou em 2008 uma Ação Civil Pública na Justiça Federal contra a União Federal e o Estado do Ceará, requerendo: a) que seja informada a localização da COVA COLETIVA, b) a exumação dos restos mortais, sua identificação através de DNA e enterro digno para as vítimas, c) liberação dos documentos sobre a chacina e sua inclusão na história oficial brasileira, d) indenização aos descendentes das vítimas e sobreviventes no valor de R$500 mil reais, e) outros pedidos

    A EXTINÇÃO SEM JULGAMENTO DE MÉRITO DA AÇÃO

    A Ação Civil Pública foi distribuída para o Juiz substituto da 1ª Vara Federal em Fortaleza/CE e depois, para a 16ª Vara Federal em Juazeiro do Norte/CE, e lá em 16.09.2009, extinta sem julgamento do mérito, a pedido do MPF.

    RAZÕES DO RECURSO DA SOS DIREITOS HUMANOS PERANTE O TRF5

    A SOS DIREITOS HUMANOS apelou para o Tribunal Regional da 5ª Região em Recife/PE, argumentando que: a) não há prescrição porque o massacre do SÍTIO CALDEIRÃO é um crime de LESA HUMANIDADE, b) os restos mortais das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO não desapareceram da Chapada do Araripe a exemplo da família do CZAR ROMANOV, que foi morta no ano de 1918 e a ossada encontrada nos anos de 1991 e 2007;

    A SOS DIREITOS HUMANOS DENUNCIA O BRASIL PERANTE A OEA

    A SOS DIREITOS HUMANOS, como os familiares das vítimas da GUERRILHA DO ARAGUAIA, denunciou no ano de 2009, o governo brasileiro na Organização dos Estados Americanos – OEA, pelo DESAPARECIMENTO FORÇADO de 1000 pessoas do SÍTIO CALDEIRÃO.

    QUEM PODE ENCONTRAR A COVA COLETIVA

    A “URCA” e a “UFC” com seu RADAR DE PENETRAÇÃO NO SOLO (GPR) podem localizar a cova coletiva, mas não o fazem porque para elas, os fósseis de peixes do “GEOPARK ARARIPE” são mais importantes que as vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO.

    A COMISSÃO DA VERDADE

    A SOS DIREITOS HUMANOS em julho de 2010 passou a receber apoio da OAB/CE pelo presidente da entidade Dr. Valdetário Monteiro, nas buscas da COVA COLETIVA das vítimas do Sítio Caldeirão, e continua pedindo aos internautas divulguem a notícia, bem como a envie para seus representantes no Legislativo, solicitando um pronunciamento exigindo do Governo Federal a localização da COVA COLETIVA das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO.

    Paz e Solidariedade,

    Dr. Otoniel Ajala Dourado
    OAB/CE 9288 – 85 8613.1197
    Presidente da SOS – DIREITOS HUMANOS
    Editor-Chefe da Revista SOS DIREITOS HUMANOS
    Membro da CDAA da OAB/CE
    www.sosdireitoshumanos.org.br
    sosdireitoshumanos@ig.com.br
    http://revistasosdireitoshumanos.blogspot.com

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