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sábado, 30 de janeiro de 2010

ENTREVISTA À TRIBUNA DO NORTE

Robinson Faria: ‘Minha candidatura a vice de Rosalba Ciarlini é irreversível’
Aldemar Freire e Anna Ruth Dantas Editoria de Política

O deputado estadual Robinson Faria, presidente da Assembleia Legislativa e do PMN, anuncia oficialmente que será o candidato a vice-governador na chapa da senadora Rosalba Ciarlini (DEM). Nesta entrevista exclusiva a TRIBUNA DO NORTE, o presidente da Assembleia Legislativa confirma o rompimento com a governadora Wilma de Faria e afirma que a alternativa de ser vice na chapa da oposição não é uma vingança contra a chefe do Executivo, mas uma interpretação do “sentimento das bases”. “Estou tomando uma decisão por convicção, não é por vingança. Eu sou um político que tenho percepção e tradição de ouvir o sentimento das pessoas”, destaca.


Emanuel Amaral‘Minha candidatura a vice de Rosalba Ciarlini é irreversível’Durante uma hora, ele falou do projeto de ser candidato a governador, das decepções com a governadora e fez algumas revelações sobre fatos políticos. O deputado do PMN afirmou que a então candidata à reeleição Wilma de Faria, em 2006, colocou resistência ao nome de Iberê Ferreira para ser vice na chapa.

“Ela (Wilma de Faria) não queria Iberê. Lembro-me que quando sugeri Iberê ela resistiu. Iberê estava desmotivado para ser candidato a deputado federal, portanto, não foi demonstração de heroísmo ele aceitar o convite”, disse o deputado do PMN.

Sobre o deputado federal João Maia, presidente estadual do PR e hoje aliado de Iberê Ferreira, Robinson Faria afirmou que ele era o principal incentivador para romper com o governo Wilma, a quem considerava “muito desgastado”.

“Ele (João Maia) dizia que não queria ficar no governo, que esse era um governo desgastado, que não tinha nenhuma simpatia pelo projeto do candidato apoiado por Wilma”, disse o deputado. Robinson Faria evitou usar o termo traição ao avaliar o fato da governadora ter alimentado o projeto político dele e depois declarado apoio a Iberê Ferreira, mas disse que se considera “injustiçado” e deixa o julgamento para a opinião pública. Ele ressaltou que não se sente “devedor desse governo”. Para Robinson Faria, sua posição é de “credor” da atual administração. Sobre os cargos que indicou para a gestão estadual, o líder do PMN destacou: “Esses cargos sempre foram dela”. “Para demitir Jáder Torres (ex-diretor do DER) ela (a governadora) não combinou comigo. Ele foi demitido por uma mensagem de telefone. Se ela não combinou para demitir Jáder também não precisa combinar para demitir os demais”, frisou.

A seguir os principais trechos da entrevista concedida por Robinson Faria a TRIBUNA DO NORTE.

O senhor é candidato a vice-governador na chapa da senadora Rosalba Ciarlini?Eu recebi o convite há vários meses do senador José Agripino Maia e, posteriormente, do casal, Rosalba e Carlos Augusto Rosado, testemunhado pelos deputados estaduais do DEM, que estavam presentes na conversa, e pelo deputado Raimundo Fernandes (PMN). Na época, eu ainda era pré-candidato a governador. Foi quando houve o episódio do nascimento dos meus filhos precoces (que ficaram internados por dois meses) e parei toda minha vida política de pré-candidato. Não dei resposta a esse convite. Disse. à senadora, que continuava candidato e iria pensar no assunto. Durante dois meses que fiquei no hospital com meus filhos, eles (senadora Rosalba Ciarlini e o senador José Agripino) me visitaram e perguntaram se eu já tinha resposta. Disse novamente que ainda não havia decidido. Quando retornei à minha vida normal (com a alta hospitalar dos filhos gêmeos) eu procurei o deputado federal João Maia, que tinha um acordo comigo de formar aliança para lançar um candidato, que poderia ser eu ou ele. Seria quem estivesse melhor nas pesquisas. Essa seria uma candidatura que se lançaria como via independente. Foi João Maia quem tinha me feito esse convite. Eu nunca cobrei dele para me apoiar. Era ele (João Maia) quem me incentivava à formação dessa aliança. Inclusive, algumas horas antes de um jantar em Brasília, da Unidade Potiguar com Wilma de Faria e Iberê Ferreira, João Maia me procurou no gabinete de Fábio (Fábio Faria, deputado federal), querendo já comunicar no jantar que ele iria me apoiar para governador. Eu disse: “Vamos ter calma, pensar um pouco mais, ouvir nossas bases”. Fui eu quem pediu calma a João Maia. E naquele momento (após os dois meses com os gêmeos internados no hospital), eu fui a ele (João Maia) e perguntei se estava de pé (a candidatura). Ele confirmou que estava de pé, mas vazou e o governo passou a procurar João Maia com uma série de cafés da manhã, almoços e jantares em Brasília. E João Maia refluiu de topar uma parada de via independente. Veja que João Maia era quem mais me incentivava a romper com o governo. Eu segurava João Maia. Ele (João Maia) dizia que não queria ficar no governo, que esse era um governo desgastado, que não tinha nenhuma simpatia pelo projeto do candidato apoiado por Wilma. Eu dizia para termos calma, porque poderia mudar. E isso (de João Maia começar a aproximação de Iberê Ferreira) me causou estranheza. João Maia, que nunca simpatizou com a dobradinha Wilma e Iberê, de repente se entendeu com eles. Não quero julgar as razões que o levaram a tomar essa decisão, mas me causou estranheza. Não posso ser líder para pensar só em mim. Não foi medo, não foi receio, não foi insegurança que me impediram de continuar candidato. Só que tenho que ter responsabilidade, tenho um grupo de deputados que precisam renovar o mandato. E outros (candidatos) que sonham em se eleger deputado ao meu lado. Em um voo solitário (para o governo), eu poderia prejudicar esses deputados. E aí pensei no coletivo. Não sou candidato de mim, sou candidato de um grupo, que tinha comigo um projeto político. Na parte do capital político, comprovei leveza, liderei a pesquisa o tempo inteiro entre os quatro nomes da base do governo. Mas, infelizmente, não consegui agregar apoio. Micarla não topou me apoiar, o PMDB não topou me apoiar e João Maia por último não aceitou. O que me restou foi reavaliar qual seria a melhor opção para mim.

Sua candidatura hoje a vice-governador de Rosalba Ciarlini é irreversível?

É irreversível. Minha candidatura a vice de Rosalba é irreversível. Digo isso com tranquilidade, porque não lutei para ser vice-governador. Trabalhei para ser governador, mas o destino não quis que eu fosse candidato a governador. Fui subestimado, desacreditado no meu sistema, minha lealdade não foi colocada na mesa da governadora. Wilma não foi uma líder. Líder é quem tem posição de isenção e não escolhe candidato por conveniência privada. Faltou ela ser uma magistrada. Ela perdeu a essência de líder quando foi pequena ao colocar um candidato debaixo do braço e mostrar sua força contra três colaboradores que foram fundamentais para ela ser governadora do Estado. Vou ser vice porque fui expulso (da base da governadora). Poderia barganhar mil coisas, não estou fazendo isso. Estou tomando uma decisão por convicção, não é por vingança, é por convicção. Eu sou um político que tem percepção e tradição de ouvir o sentimento das pessoas. O sentimento do meu povo, que me deu seis mandatos, todo é favorável a eu ter entendimento com a senadora Rosalba Ciarlini.

O senhor já fechou a chapa para o Senado?

Não sou cobra de duas cabeças. Sou contra esse tipo de comportamento. Se estou no palanque, estou na plenitude. Votarei e recomendarei votar na chapa fechada: Rosalba, Robinson, Garibaldi e José Agripino. Sou contra a dubiedade. Se o governo não me quis e eu fui valorizado por esse grupo que entendeu que meu apoio é fundamental, estarei apoiando a chapa total. Lógico que não sou dono de ninguém. Não sou dono das pessoas, mas minha recomendação é votar na chapa que eu faço parte. O Rio Grande do Norte tem que sepultar o político cobra de duas cabeças.

‘Houve orquestração maquiavélica’

O que o levou a escolher ser vice de Rosalba ao invés de de Iberê Ferreira, cargo que também foi oferecido?

Eu me sinto hoje uma pessoa com a consciência 100% tranquila. Não me sinto devedor deste governo. Vão querer passar para opinião pública que eu devo obediência, satisfação ou gratidão ao governo atual. O meu pensamento, com sinceridade, é que sou credor do atual governo. Em 2006, quando Garibaldi Filho estava 39 pontos na frente de Wilma, fui convidado para ser vice de Garibaldi. Foram seis convites, um em cima do outro, para eu aceitar ser vice de Garibaldi. Com todos esses convites, era proposta tentadora. Eu tinha um grupo de 30 prefeitos, cinco ou seis deputados estaduais. Fiz um trabalho de convencimento com eles para ficar com Wilma. Fiquei com ela por questão de coerência, para não manchar minha biografia. Fui leal, mantive minha coerência. Quando fui comunicar que iria ficar com ela (Wilma de Faria), estava na sala, eu, ela e Vagner Araújo. Ela ficou muito emocionada. Wilma estava sendo ameaçada por um comboio de adesões a Garibaldi. Estava quase uma sangria desatada contra a candidatura de Wilma. Ela precisava de um fato forte para retomar a candidatura e esse fato era minha adesão. Não cobrei, mas naquele momento ela disse que com o meu gesto eu me credenciava para ser candidato a governador. A partir daí sonhei e acreditei. Mesmo depois da vitória, ela me incentivou, me orientou. Os wilmistas passaram a me enxergar como sucessor dela. Em 2006, a diferença de Wilma para Garibaldi foi de 74 mil votos. Os deputados do PMN juntos tiveram 250 mil votos. Contra números não há argumentos. O nome de Iberê Ferreira foi uma sugestão minha para ser o vice dela. Ela (Wilma de Faria) não queria Iberê. Lembro-me que quando sugeri Iberê ela resistiu. Iberê estava desmotivado para ser candidato a deputado federal, portanto, não foi demonstração de heroísmo ele aceitar o convite de Wilma. Ele aceitou porque não queria mais ser deputado federal, admitia até ser candidato a deputado estadual.

Wilma de Faria quebrou compromisso?

Quebrou. Com Rogério Marinho (que tentou ser candidato a prefeito de Natal pelo PSB), ela teve uma saída (para justificar que ele não seria candidato), porque Rogério não viabilizou o nome, nunca passou de 8%. Comigo foi diferente, mesmo o governo trabalhando para um único candidato, o tempo inteiro liderei as pesquisas. Não tem mais a desculpa de que eu era pesado, de que era um fardo ou não havia viabilizado. Comprovei, demonstrei leveza. Em uma pesquisa da Vox Populi, o único nome com chance de enfrentar Rosalba era o meu. Ela quebrou compromisso quando tinha um candidato que foi crucial na sua vitória, leal em todos os momentos do governo e, por conveniência, ela optou por seu vice-governador. O mais grave de tudo isso foi o comportamento, a imprensa é testemunha. Todos os sinais do governo foram para fortalecer o candidato Iberê. Foram tentando me esvair para que eu me tornasse candidato fraco e aceitasse de forma submissa apoiar Iberê Ferreira. Foi montada uma trama, ela (Wilma de Faria) colaborou com essa trama, que saiu do laboratório do vice-governador. O que Iberê tentou fazer o tempo todo foi me expulsar. Em alguns momentos pensei em largar o governo mais cedo e Wilma ponderava comigo. Em crise minha com Wilma, Iberê sempre colocava mais fogo, instigava mais ainda. Outro dia ele disse que havia votado no meu filho. Fábio teve 200 mil votos, mas o apoio dele a Fábio arredondou 19 mil votos. Iberê esquece que ele hoje é vice-governador porque eu não fui ser vice de Garibaldi. Foi o PMN que deu vitória a Wilma. Iberê tem que agradecer a mim.

O senhor se sente traído pela governadora?

Não gosto de citar a palavra traição, ela é muito forte. Eu me sinto injustiçado. Acho que houve um gesto muito forte de ingratidão. Houve traição? Deixo que a opinião pública faça o julgamento.

Rompido com a governadora. E os espaços que o senhor indicou na administração?

Esses espaços são dela. Esses cargos são dela a vida toda. Na hora em que eu não quis indicar o novo diretor do DER ficou claro para ela e para opinião pública que eu não queria mais participar do governo dela. Para demitir Jáder Torres ela não combinou comigo. Ele foi demitido por uma mensagem de telefone. Se ela não combinou para demitir Jáder também não precisa combinar para demitir os demais. Se não demitiu talvez seja por alguma conveniência dela, não minha. Não pedi que ela mantivesse ninguém.

O senhor espera que essas pessoas entreguem os cargos?

Eu disse ao presidente da Caern (Walter Gazzi) que ele ficasse à vontade. Ele me disse que Wilma estava satisfeita com o trabalho, que era técnico e não político. Os cargos que ela têm são todos dela. Agora, é importante dizer que os cargos que eu tinha no governo são compatíveis com o que eu fiz pela sua vitória (de Wilma de Faria). Têm gente que está com cargo no governo, mas não votou em Wilma. Isso poderia ser colocado em questão. Hoje tem gente com espaço no governo maior do que meu grupo. Por que tanta cobrança dos cargos de Robinson? Eu estava na coalizão porque ajudei ela a se eleger. Na segunda-feira à noite, para entrar no segundo turno, encontrei três pessoas com ela, além de mim para começar a campanha. Eu, Fábio Faria, Rogério Marinho e Márcia Maia. Ela estava totalmente só no segundo turno. Outros nomes só chegaram para apoiar Wilma quando as pesquisas deram indicação para vitória.

Desses quatro nomes que o senhor citou que estavam na casa da governadora no início do segundo turno, só permanece com a governadora a filha dela, deputada Márcia.

Exatamente. É até estranho, mas é verdade. Acho que faltou isenção da governadora. Ela tem cultura de mulher de coragem, que gosta do enfrentamento, vem dando certo. Mas acho que se aproveitaram da cultura dela e ela foi muito envenenada para enfrentar Robinson Faria. Houve orquestração maquiavélica que desgastaram a minha relação com ela.

Sendo candidato a vice pela chapa de oposição, o senhor terá dificuldade para assumir um discurso crítico ao governo que apoiou durante sete anos?

Esse governo eu só fiz ajudar. Eu ajudei a aprovar na Assembleia quatro ou cinco Coserns. Garibaldi foi tão criticado por venda de uma Cosern e com minha articulação como presidente da Casa eu aprovei, de crédito para governadora Wilma de Faria, mais de R$ 2 bilhões. Só nos últimos meses foram mais de R$ 500 milhões.

No PP que o senhor lidera, o presidente estadual (Pedro Augusto Lisboa) declarou apoiar Iberê?

O PP praticamente não mudou nada. A posição isolada é de Pepeu (Pedro Lisboa). O vice-prefeito de Natal, Paulinho Freire, e o presidente da Femurn, Benes Leocádio, são do PP e apoiam nosso projeto. Até fico triste com essa posição de Pepeu porque é um amigo, quase irmão. Espero que ele faça uma reflexão e escute o sentimento do povo de Passa e Fica. Tenho esperança de que Pepeu irá rever esse posicionamento.

No final desse governo e no governo de Iberê as dificuldades poderão ser maiores na Assembleia?

Nunca partidarizei a presidência da Assembleia e não farei isso agora por revanchismo. Se for projeto importante para o Estado, serei o primeiro a ajudar a aprovar. Vou terminar o meu mandato com dignidade e não usar o meu cargo para ter benefício político eleitoral.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

PRÉ-CANDIDATO A VICE DE ROSALBA, ROBINSON FARIA, LANÇARÁ A FILHA PARA OCUPAR SUA VAGA NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

Postado por: Rodrigo Loureiro

Saindo do forno...O blog acaba de saber.


O pré-candidato a vice-governador na chapa encabeçada pela senadora Rosalba Ciarlini, Robinson Faria, cogita candidatar sua filha, a publicitária e estudante de Direito, Janine Faria, a deputada estadual.


Com isso, Robinson deixaria a filha ocupando sua cadeira na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.


Robinson que já tem o filho, deputado federal Fábio Faria, estuda agora a possibilidade de ingressar mais um herdeiro na carreira política.

Janine Faria, Nathália Faria e a cunhada Sabrina Sato.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

CENTRAL DE TRANSPLANTES INICIA CAMPANHA DE DOAÇÃO DE ÓRGÃOS
A Central de Transplantes do Rio Grande do Norte lança no próximo dia 1º, no Hospital Walfredo Gurgel, a Organização de Procura de Órgãos (Opos). A iniciativa, que conta com a parceira do Ministério da Saúde, terá uma escala de nove médicos em plantões presenciais, que irão atuar principalmente na UTI e no pronto-socorro na busca ativa por potenciais doadores e na manutenção saudável dos órgãos que podem ser transplantados.
"Vou sair desta", diz Cabañas antes da Cirurgia


Da Redação Yahoo! Esportes


Salvador Cabañas passou por uma longa operação nesta segunda-feira, mas a bala segue na cabeça do atacante paraguaio. Segundo o médico Ernesto Martínez, responsável pela cirurgia no hospital Ángeles del Pedregal, na Cidade do México, o paraguaio está em estado grave, mas estável.


Em entrevista coletiva depois da operação, o neurocirurgião afirmou que o atacante paraguaio sofreu um grave traumatismo craniano e que pedaços de ossos foram retirados da cabeça, mas que a bala não foi removida para evitar causar mais danos ao atleta.


- Controlamos o sangramento e conseguimos retirar um coágulo que havia no cérebro. Temos que ter fé e esperança. A bala continua e continuará por muito tempo em sua cabeça. O projétil já não vai causar mais danos. Não há previsão, nem sequelas, nem ideia do que pode acontecer. Esperamos que seja uma situação favorável, porque é um homem jovem e forte - disse o médico.
O jogador do América do México está hospitalizado, mas confiante em sua recuperação, segundo revelou sua esposa.



- Ele estava em todo momento positivo e me dizia: 'vou sair desta'. Em todo momento ele falou, me disse para chamar seus pais para que viessem vê-lo. Estava consciente até que foi anestesiado -, contou María Alonso, que estava junto do jogador no momento do crime, para a Rádio Ñandutí.


A polícia já prendeu três suspeitos de terem cometido o disparo. De acordo com o que foi divulgado, o atacante da seleção paraguaia de 29 anos foi baleado no banheiro do bar. Os eventos prévios ao incidente, porém, seguem sendo investigados.



- Há versões que apontam para uma discussão prévia e outras que desconhecer esta história e falam sobre uma agressão no interior do banheiro. Portanto vamos manter a cautela -, ponderou o procurador Miguel Angel Mancera, responsável pelo caso, durante entrevista para a W radio de México.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Bastidores da Politica em Nova Cruz

José Agripino X Flávio Azevedo

Diante de uma situação que foi criada na Festa de São Sebastião em Nova Cruz, no dia 19 do corrente mês, quando corre pelos quatros cantos da cidade, de que o Prefeito tinha fechado acordo, para apoia a governadora Vilma de Faria sendo o seu segundo voto para o senado, porque o outro voto será de Garibaldi Alves.

Sendo assim, o Senador José Agripino fica de fora dos planos políticos do Prefeito Flávio Azevedo.



Então o senador também fica sem compromisso nenhum para com o Prefeito, e segundo os comentários nas ruas, e que Filipe Maia saiu da festa indignado, por percebe que o seu pai tinha perdido o apoio do Prefeito.
Ai fica a pergunta, quem vai comandar o programa na Radio Curimatau, já que o Prefeito não vai apoia mais o Senador?

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Politica no Rio G. do Norte

BBB - 2010


O paraiso e aqui:

Veja quem você vai colocar no paredão..... e quem você coloca para administrar o RN.

A escolha e sua, só você pode decidir sobre a Politica no Rio Grande do Norte.


Veja os Participantes:

Para o Senado: José Agripino, Garibaldi Alves e Vilma de Faria.

Para o Governo: Robinson Faria, Ibere de Sousa e Rosalba Ciarlini.

Para vice ou federal: Fábio Faria, João Maia, Carlos Eduardo e Henrique Alves.

O BBB 2010, já começou facão suas apostas, quem vai levar a bolada!!!!!!!

Politica em Nova Cruz/RN

Surge um nome novo para Vereador "Edson filho de Manga Rosa"
Em conversa com edson, hoje a tarde na oficina de Sérgio de Deda, na rua do cemitério, falávamos de politica estadual e municipal, e foi ai que edson acrescentou ao seu comentário, epa em 2012, eu sou candidato a Vereador.
Perguntado em relação ao seu pai, que tamben e candidato, ele me respondeu sem problemas cada um faz sua campanha.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

As cenas do almoço da oposição

Postado por: Thaisa Galvão

O almoço da oposição, oferecido pelo deputado Robinson Faria, na casa do Porto Brasil, em Pirangi, foi o assunto do dia nos meios políticos. No encontro, eles podem até não ter tomado decisões.
Apenas comemorado decisões.
Eis as imagens do almoço.

Fotos: Laurivan Sousa

Garibaldi, Rosalba, Robinson e José Agripino.

Do Blog Afranio Patricio:

Essa conjuntura vai dar dor de cabeça em muita gente, agora os arrogantes vão ver a porca torce o rabo.

Os cargos comissionados não são para sempre, principalmente aqueles que fica por traz dos birôs, são essas pessoas que o povo não gosta.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Robinson diz a Wilma que não fechou com Rosa mas não topa conversar com Iberê

Postado por: thaisa Galvão
Na conversa que teve com a governadora Wilma de Faria, anteontem à tarde, na casa dela, o deputado-vice Robinson Faria disse a Wilma que não havia fechado nada com a oposição.

Que não tinha nada certo em relação ao nome dele como vice da senadora Rosalba Ciarlini. Mas Robinson foi firme numa coisa: não quer sequer conversar com o governadorável Iberê Ferreira de Souza.


Nada foi dito sobre possível voto de Robinson em Wilma, que disputará o Senado. E a conversa terminou meio que entrando em um oito...sem terminar.

Chegamos em 2010...

E os políticos pára-quedistas já começaram a fazer suas "mugangas"

Postado por: www.correiodoagreste.blogspot.com

É sempre assim! Basta chegar o ano das eleições que a politicagem barata começa. Os tidos políticos pára-quedistas, que nada fazem pelo povo em 4 anos de mandato, logo aparecem com um mimo para o eleitor.


Em Nova Cruz, a terra da Anta Esfolada, diga-se de passagem, campeã em absolver essas espécies, as "mugangas" já começaram a aparecer. A cidade, que tem inúmeros representantes apenas de palanque - muitos deles que até se dizem filhos da terra – tem sido celeiro ideal para muitos desses políticos Copa do Mundo.


Nesta sexta, dia 8, uma das pré-candidatas á Assembleia Legislativa, a deputada Gesane Marinho, ex-PDT, que tem o hábito de distribuir frutas ao povo, "inclusive banana", optou por distribuir mangas ao povo de Nova Cruz. O seu caminhão da solidariedade e da politicagem barata abasteceu da fruta rica em fibras os moradores do bairro Santa Maria Gorete.


Do blog:


A atitude da parlamentar até que é louvável, afinal, propicia uma ajuda á mais na mesa dos mais carentes. Entretanto, condenável é o fato da deputada Gesane querer se sustentar na política apenas com essas ações. Sem saber direito onde fica Nova Cruz, a parlamentar que se diz de Canguaretama, já por duas vezes obteve votos na cidade, embora o seu mandato nunca tenha destinado um centavo para o município.


Agora, fora a "banana" e outras frutas que ela dá pro povo, algum dos leitores de espaço é capaz de identificar alguma ação desta senhora em prol do município de Nova Cruz? Que emendas parlamentares ela já destinou ao município? Ora, já está na hora do eleitor dá um basta nesse tipo de politico.


O apelo em específico vale não só para a deputada Gesane Marinho, mais também para outros artistas da política estadual, que só aparecem na cidade de 4 anos querendo se passar por bonzinho. Afinal, os que não Copa do Mundo são demagogo de carteirinha.


Ou estou errado?


Do Blog Afranio Patrício: Gilmar, você esta de parabéns por esta matéria, os políticos só se preocupam com seus mandatos, depois que ganham a campanha ou perde desaparece todo mundo, a não ser os que participam do cordão, só que os do cordão e minoria.


E quem vim atrás que feche aporteira, mas a politica vem ai e os abridores de porteiras estão esperando.


E isso ai Gilmar vamos combater esse tipo de politico, não só no Estado como no nosso município.


Vamos convocar os blogueiros da região para tal ação.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

ADUTORA DE MOSSORÓ

Deputados empurram com a barriga o projeto que, se aprovado, dará um plus à candidatura de Iberê

Na entrevista que concedeu ao Jornal do Dia, da TV Ponta Negra, no começo da semana, o deputado Robinson Faria não disse nenhuma novidade. Mas o ar de Robinson era de...adversário do governo.

Pelo twitter perguntei ao deputado o significado da entrevista...e ele disse que o ar não dizia nada...e que quando se decidisse, as suas palavras seriam contundentes. Hoje o deputado Robinson Faria deu mais um sinal de que está no barco dos adversários do governo.


A sessão extraordinária marcada para hoje, para votar o pedido de empréstimo para construção da adutora de Mossoró, não rendeu. O tal empréstimo não foi votado. A dispensa de tramitação, combinada quando a convocação da sessão extraordinária chegou à Assembléia, enviada pela governadora Wilma de Faria...não aconteceu.


A oposição pensa e repensa o projeto. Deixar a população de Mossoró sem a adutora...é uma coisa. Botar o dinheiro da adutora na mão do governador Iberê Ferreira, que assumirá o cargo em abril...é outra coisa. E é essa outra coisa que incomoda a oposição: ver o governador-governadorável com o bolso cheio. Não de água, mas de dinheiro. O povo? Nem água.

Foto: João GilbertoNa mesa, ao lado de Robinson, a líder do governo Larissa Rosado, em defesa de Mossoró.